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O evento LG, o resultado da promoção, a última parte da série

Estrupícios, preparem-se. Vou subir uns 5 ou 6 novos posts neste final de semana. Vai ser tipo Maratona Coisa Errada de Posts. Daí vocês param de me mandar e-mail pedindo atualização do blog, queridos? Hein hein hein?

Aproveitem e assinem o feed. Tá aqui ao lado, num botãozinho laranja escrito ‘SENTA O DEDO NESSA PORRA DE FEED LOGO, ESTRUPÍCIO PALHAÇO’. Porque sutileza é o meu forte, certo?

[Morróida Style mode on] E para quem ainda não se cansou de zoar o Corinthians: eu espero que você morra com um nabo de 40 cm entalado no ânus. Obrigada. [Morróida Style mode off]

ps: estou me debatendo entre aprovar os comentários sobre futebol e mandá-los todos à casa do caralho. [Te dou um dado? Style mode on] Discuss [Te dou um dado? Style mode off].

E não me mandem contar carneiros!

A maldita insônia não faz a menor cerimônia: sem pedir nem comunicar, ela chega, se instala e altera sua agenda do dia inteiro. Não há remédio milagroso que a convença a ir embora nem chazinho da vovó que consiga vencê-la. É o tipo de situação irritante em que o máximo que se pode fazer é rezar para que as horas passem depressa ou que Telecine esteja exibindo algum filme que você ainda não tenha visto.

O pior de tudo é que ela não se anuncia nem requer motivo racional para aparecer. Claro, para a maioria das pessoas, preocupações com saúde, dinheiro, provas finais da faculdade, menstruação atrasada e a escalação do Dunga para o jogo contra a Argentina são razões mais que compreensíveis para uma insônia módulo hard sem qualquer previsão de término. Duas jarras de café e um litro de coca tomados depois das seis da tarde também, em geral, fodem com o sono de qualquer cristão - e dão uma puta vontade de mijar o resto da semana. Mas há outros momentos em que simplesmente NÃO DÁ PARA ENTENDER a fuga do sono. O filhodaputa desaparece tipo namorado depois de ouvir um ‘você me acha gorda?’ da excelentíssima senhora. E então vem aquele conhecido processo enlouquecedor que já vitimou qualquer pessoa no universo conhecido e adjacências.

O cara se prepara para dormir. Tá mental e/ou fisicamente cansado, precisando de umas horas de botão off no cérebro. Mas é deitar na cama que CLICK!, um curto circuito monstro ferra com todas as conexões neuronais e, ao invés de desligar, a porra toda fica superaquecida e passa a funcionar em ritmo carnavalesco. Toda uma bateria de escola de samba começa a batucar na cabeça do coitado insone e os minutos se esticam mais que aqueles últimos do segundo tempo quando seu time tá na frente por 1×0.

Aí a cama fica muito quente. Depois muito fria. O travesseiro atrapalha. Dá sede. E vontade de ir no banheiro. E tome controle remoto zunindo, todos os 600 canais da cabo girando, girando. E dá-lhe internet, e-mails, twitter, aquele monte de site que não deu tempo de ler durante o dia, as músicas todas para baixar e até a atualização do blog. Para a grande maioria, porém, oos períodos de insônia são totalmente improdutivos: além do cidadão não conseguir se concentrar em porra nenhuma porque fica lutando para dormir, quando amanhece ele tá cansado demais e não trabalha direito. Enfim, é uma merda.

Essa droga me acompanha desde os 10 anos. Eu NÃO CONSEGUIA dormir, era incrível; e no dia seguinte ficava pooodre de sono. Depois de grande, lembro de uma semana que foi particularmente pesada na faculdade e em que eu não dormia. Por quase dez dias mal e mal fechava os olhos por uma ou duas horas por noite. Quando finalmente consegui relaxar e pegar no sono, dormi 27 horas quase ininterruptas. E acordei totalmente perdida: não sabia se era sábado ou domingo, 6 da tarde ou da manhã.

E agora olha ela aqui de novo! Minha velha conhecida insônia. 2h40 da manhã e eu aqui, de moleton e meias, postando. Eu juro que não tomei café hoje, mãe. E quase nada de coca. É un-fucking-believable que ainda esteja acordada. Torçam por mim. 

 

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Street food

Sabem aquelas reportagens manjadíssimas que mostram São Paulo como a capital da gastronomia mundial, com takes feitos no Figueira Rubaiyat, em restaurantes de comida tai e indiana e mais um monte de clichês toscos? Pois eu pude comprovar, como nova moradora da paulicéia, o qualéqueé da cidade: aqui tem muito rango distinto para agradar a todos os paladares. Especialmente pelas ruas e calçadas.

Dia desses, por exemplo, dei de cara com um tiozinho vendendo pamonha. Como boa garota nascida no interiorrrr do estado, não resisti e comprei logo duas, doce e salgada. E estavam sensacionais, na real! Muitíssimo bem feitas, naquele estilo caseiro de fazenda mesmo, bem baratas e bem fornidas. Me fartei de pamonha em plena capitarrrr.

Mas há, é óbvio, opções mais internacionais, como os vendedores de yakisoba que atravancam a Paulista. As carnes, os legumes e o macarrão ficam em potinhos conservados na agradável temperatura ambiente, e entre um wok e outro das porções rola no máximo uma agüinha de origem totalmente desconhecida para lavar os instrumentos. O esquema é não olhar muito nem perguntar =D

Há ainda toda uma cultura de comida de porta de estádio, como já tinham comentado num outro post. Churrasquinhos dos mais variados, dogs completíssimos, lanches com nomes que começam com ‘X’ e terminam com ‘tudo’, porções mil e porcarias de todos os tipos.

De manhã cedo você pode traçar o tradicionalíssimo e paulista combinado de pão com manteiga na chapa e café com leite numa padoca de esquina ou no caminho para o trabalho mesmo. Carrinhos de todos os estilos oferecem a dupla dinâmica matinal perto de pontos de ônibus e estações do metrô por preços pra lá de módicos.

Se a sua vontade, porém, é por algo mais regionalista, São Paulo tem ainda as famosas tapiocas, com todos os sabores imagináveis, e os pedacinhos de coco cobertos com calda de açúcar - não faço idéia do nome oficial disso, eu sempre chamei simplesmente de ‘coquinho’. Quentinhos são uma delícia.

Entretanto, os mais simbólicos serão sempre o pastel de feira e o churrasco grego. Para quem não conhece o segundo, é um rolete com carnes das mais variadas procedências e teores calóricos. Algumas fatias são cortadas e ensaduichadas pelo pão. O cheiro é bem gostoso, mas nunca tive coragem de experimentar. Já o pastel, gosto tanto que virei expert: o segredo é escolher pela cor do óleo da fritura: quanto mais escuro, mais gostoso :P  

E agora o último lançamento da cidade que combina toda e qualquer gastronomia no mesmo trecho de 100 metros de calçada: é possível encontrar porções individuais de batata frita carregadas na maionese em qualquer, eu disse QUALQUER esquina movimentada de São Paulo. A quantidade varia conforme o bolso do cliente: tem de dois, três e cinco reais, e as pessoas, sem qualquer pudor ou inibição, adentram em seus ônibus e metrôs degustando a iguaria e empesteando o arredor com aquele aroma de cozinha do McDonalds.

Fala se não é gastronomia completa para ninguém reclamar? ;)

 
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Fucking dia dos namorados

Ok, ok, eu tava indo bem. Sério, este ano eu tava indo realmente bem. Nem prestei atenção nas propagandas na tv, as vitrines cheias de coração não me afligiam, os planos de casais conhecidos nem chegaram ao meu conhecimento. Mas aí tive que escrever um texto justamente sobre o Dia dos Namorados (e aqui vai com maiúsculas, porque é um dia tão desgraçadamente odiado por mim que merece atenção de data especial) e pronto. Me pus a pensar no bendito 12 de junho como se realmente fosse um caso de vida ou morte.

A coisa toda começa em abril. Por alguma coincidência irônica do destino, acabo me lembrando que o tal dia está chegando. E começo a fazer as contas de quanto tempo ainda me resta para arranjar um namorado a tempo passar a data acompanhada - não sozinha, ao menos. Eu sei, é RIDÍCULO. E saber o quão imbecil sou por toda essa linha de raciocínio me deixa ainda mais culpada. Terrivelmente culpada, diga-se. Eu meio que não admito nem para mim mesma, tem noção? Isso deve ser doença, certeza. Se algum psiquiatra ou terapeuta ler esse texto, se compadecer do caso e quiser patrocinar o tratamento, eu super topo. Só por favor nada de eletrochoques ou lobotomia - todas as outras bizarrices da minha personalidade meio que me agradam deveras.

Voltando ao assunto. Nos anos anteriores, rolava sempre uma depressão. Eu me preparava psicologicamente para enfrentar os casais imbecis que encontraria no caminho, os comentários das amigas comprometidas, as hordas de entregadores de flores e as propagandas clichês de motel, rede de perfumaria, restaurante e celular que invadem a vida do tranqüilo consumidor nessa época do ano. E eu juro: por mais que me esforçasse, nunca dava certo. Mantinha aquela pose de ‘foda-se’, mas tudo o que eu queria era alguém para lembrar de mim e de quem lembrar quando o despertador tocasse acusando a temida manhã do dia 12 de junho.

O pior ano foi quando teimei em ir ao cinema do shopping em plena noite dos namorados. Cara, eu sou mesmo muito descompensada. Aquilo me abalou mais que a morte da minha pet. Cheguei em casa com o coração em frangalhos, parecia que todos os caras de quem tinha gostado no universo haviam me dado um pé na bunda simultâneo. Chorei duas piscinas olímpicas de lágrimas, comi um pacote de meio quilo de sonho de valsa e dormi com os olhos inchados. Sozinha, lógico. Prometi que nunca mais faria essa merda.

E este ano, como comentei, tava indo bem. Até 15 minutos atrás. Tipo que já sei que quinta-feira não vou querer levantar da cama. Mas essa maldita sensação de ‘unfit’ vai passar, tenho certeza. Tem que passar. Até lá vou aceitando sugestões. O que vocês fazem para fugir desse tipo de data criada pelo demo?

E não, propostas de namoro de última hora não serão aceitas como sugestão. A não ser que seu primeiro nome seja Colin e o último Farrel ;)

 

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Minha experiência de quase morte com o Corinthians

Daí que ontem eu fui ao Morumbi ver o baile corinthiano nos coitadinhos do Sport. Porque… alguém ae tinha dúvidas? Mas não quero falar do jogo em si; sobre isso os estrupícios podem ler no Lance ou discutir com o tiozinho no metrô. Quero contar que ontem euquasemorrijuropordeos.

Sério, gente. Foi tenso. Primeiro porque NUNCA que só tinha 64 mil torcedores no estádio, tinha muito mais que isso. A arquibancada azul, onde fiquei, estava superlotada e mal cabia todo mundo. A cada gol que a galera pulava em comemoração, eu ficava paralisada de medo de ser empurrada e ir parar no meio do gramado. Entendam: eu estava sensibilizada com o rolo todo na entrada do jogo. Aí sim, foi assustador.

Fico só um pouquinho ansiosa em jogos do Corinthians. Quero ir para o estádio com umas 3 horas de antecedência e subir para a aquibancada assim que os portões são abertos. Minha meta, em toda bendita vez que vou ao estádio ver o Timão, é ficar rouca antes mesmo da partida começar, berrando nos momentos pré-jogo. Além disso, tenho um medo patológico de muvucas e confusões em que fico cercada de gente por todos os lados. Deve ser culpa da minha mãe, ela sempre me incutiu medo de aglomerações em que não se tem para onde correr.

E ontem eu sabia que seria complicado de entrar. Muita gente junta, muita emoção pelo jogo, muita chance de dar merda. Insisti com todos os meus amigos para subirmos para a arquibancada com ao menos uma hora de antecedência, mas ninguém me ouviu. Resultado: vinte minutos antes do jogo, estava espremida pela massa humana que tentava passar pelo minúsculo portão de acesso à azul do Morumbi. Tipo, não é que o portão seja tão pequeno assim, porém na situação de ontem ele era insuficiente. Sabe aqueles depoimentos de gente que foi pisoteada pela multidão em show lotado ou casos de pessoas que morreram esmagadas contra portões e muros depois de uma confusão muito grande? A cada movimentação da galera que eu via os portões laterais se aproximarem lembrava da minha mãe maledizendo minha mania de ver o Corinthians no estádio. É impressionante a força que centenas de corpos anônimos podem fazer nas suas costelas até o ponto de que respirar se torna um luxo. Foi aterrorizante, porém rápido. Em pouco mais de 10 minutos de martírio consegui entrar e me posicionar para assistir ao jogo, que começou segundos depois. 

O mais engraçado era a galera na fila da revista gritando ‘ATRASA, NOVELA!’, numa tentativa de pedir aos deuses noveleiros que esticassem o folhetim da Globo por mais alguns minutos e dar tempo de todo mundo entrar antes do início da partida.

Por falar em revista, tenho montes de reclamações contra a atitude dos policiais no estádio. Pude comprovar porque neguinho tem tanto ódio de gambé nessas situações. Em todos os momentos que presenciei alguma ação policial, era com violência injustificada e muito mais atrapalhando que ajudando a geral. Tive a nítida impressão de que se deixassem os torcedores próprios se organizarem tanto saída quando entrada teriam sido mais tranqüilas.

No fim, o Corinthians venceu bem, Dentinho desencantou e estamos com uma mão na taça. Foi a primeira final a que assisti em estádio e creio que, apesar dos percalços, toparia ver outra. Para torcedores fanáticos, não há sensação que se compare a ver seu time jogar bem e ganhar um final em casa cheia. Mas é programa para fortes. Tem que se munir de muita coragem e alguma sorte. E entrar cedo, para evitar problemas ;)

 

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Só faltou canal de filme pornô

Estrupícios, eu sei que tô devendo a vocês a continuação da campanha Conheça a Rachel e ganhe $ 10,00 e também o post seguinte da série No olho da rua: minha vida como desempregada. I know, I know, I know. Semana que vem, tenham paciência.

Antes preciso contar da mais nova aventura em São Paulo. Bem, eu não comuniquei oficialmente mas estou mudando para a terra da garoa. Na verdade sou uma feliz moradora da cidade desde ontem. E, logicamente, como não podia deixar de ser, mal cheguei e a coisa já se complicou de leve.

Eu tipo que ainda não tinha onde ficar. É, me mudei sem ter onde morar. É, eu não sou totalmente normal. Poderia contar todo o processo aqui, mas é muito longo e chato de explicar; saibam apenas que tinha que recorrer a um hotel qualquer. Isso nem seria tão estranho se não fosse o fato de São Paulo ainda estar no surto turístico provocado pela Parada Gay e TODOS OS FUCKING HOTÉIS ESTAREM LOTADOS. Quer dizer, todos, todos, não. Certeza que no Emiliano ou no Renaissance eu conseguiria facilmente um quarto. Mas né?, teria que vender meu carro para ficar hospedada lá, então thank you very much but no.

Daí que fui para um hotel mais… tipo… moquifo. Em minha defesa tenho a dizer que pela internet não parecia tão ruim. Sabia que as fotos poderiam ser antigas/fakes/maquiadas e ainda assim decidi arriscar. E por ‘arriscar’ entenda-se ARRISCAR: cheguei quase à meia-noite e sem plano B. Hehe. Momento das risadas perversas dos estrupícios queridos, vamo lá, podem rir.

na entrada o Bora Bora Inn (vamos chamá-lo assim) não me enganou: aquele neon verde anunciando o nome ORDINÁRIO do estabelecimento serviria de atestado para assegurar a quinta categoria em qualquer lugar do mundo, mas havia mais. Muito inocente, eu tinha feito uma reserva no dia anterior e até avisei que só chegaria à noite. Entrento, assim que pisei no hall, percebi que aquilo lá nunca ficaria lotado. Não a noite toda, ao menos.

Porque sim, estrupícios, eu fiquei num hotel-motel, com direito a janelinha giratória para colocar a conta e os pedidos de restaurante sem que o funcionário tenha que ver a cara - e as partes - dos hospedados. Meu segundo susto foi com o espelhão imeeeeenso no quarto e com a roupa de cama bege, a cor tradicional para esconder sujeiras e falta de limpeza at all.

Gente, tenso. Tipo TENSO. Não sei se comentei aqui, mas tenho um nojinho justificado de motel. Não do banheiro ou dos lençóis, porque acho que nos de qualidade tudo é limpinho e trocado de um cliente para outro. Meu nojo é, na verdade, de partes específicas que TENHO CERTEZA nunca são limpas, como controle remoto e botão de regulagem do ar condicionado. Pô, ninguém termina de fazer sexo, vai ao banheiro e lava as mãos! E daí que todo mundo vai com a mão, humm… não lavada mexer na intensidade do ar e ver os canais da tv!

Se ficar só algumas horas num motel de quinta já seria torturante para mim, imagine passar uma noite inteira? Pior: fiquei lembrando daqueles filmes B de terror que sempre se passam em hotéis-motéis sinistros. Enfim, foi uma noite cabulosa, não espero passar por nada assim again.

E claro: mal raiou o dia já corri para outro canto. Um lar doce lar para chamar de meu. Agora sim. Wish me luck! ;)

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Aventuras na Zona Leste, parte 1
Aventuras na Zona Leste, parte 2
Limpeza de pele from hell

Celular movido a álcool

E daí que no seu bota-fora você entra naquele conhecido nível etílico que dá margem a telefonemas perigosos. Aquele momento da noite entre a terceira e quarta capirosca de morango com kiwi em que você decide que não quer ir embora da cidade sem se despedir de ao menos metade dos nomes masculinos que constam da agenda do seu celular. Mesmo daqueles que moram em outro estado. Mesmo daqueles que nem se lembram do seu nome. Mesmo dos que são comprometidos  Mesmo daquele que você jurou e prometeu a si mesma e mais a umas 12 amigas que nunca mais ligaria. Pois é. Você liga até para esse infeliz. E todas as garotas na mesa, de repente, não vêem nenhum problema em você torrar milhares de créditos só para informar metade da cidade - ‘ex-cidade!’ você diz, uma oitava acima do que manda o bom senso e o horário - que você está de partida para nunca mais voltar (essa parte é mentira, mas é pra ficar dramático). Lógico, elas estão muito além da sua inocente quarta capirosca e TAMBÉM estão queimando os dedos nas teclinhas do telefone.

Celular na mão de bêbados e alterados é arma, já dizia a clichê comunidade do orkut. Foi uma das garotas da mesa catar o bendito aparelho e disparar mensagens a deos sabe quem que todas as outras imitaram o perigoso gesto. E a obsessão atinge níveis graves: para garantir que não ficariam sem resposta, todas as presentes enviaram mensagens a vários destinatários distintos e torpedos dos mais variados teores. Minutos depois montes de apitos e musiquinhas soavam; eram as respostas chegando. Olhinhos brilhantes, sorrisos de Mona Lisa e alguns ‘filho da puta!’ pululavam entre as reações.

Eu mesma odeio telefonemas ébrios no meio da madrugada e caras semi-desconhecidos que repentinamente descobrem que não podem mais viver sem mim - para no dia seguinte se arrependerem de tudo aquilo que vagamente se lembram. Ou que os amigos lembram a eles e de solitário só lhes sobra o arrependimento mesmo.

Pior que esse tipo de comportamento pode trazer conseqüências perigosas. Certa vez estava tendo um rolo com um cara que namorava. A coisa ia super bem só por mensagem de celular, tudo combinadinho, nenhum passo em falso, sensacional. Até o precioso dia em que a infeliz da garota resolveu fuçar no celular do rapaz enquanto o malandro dormia. E vocês sabem: quem procura, acha. Esperto, ele geralmente apagava todas as mensagens assim que as recebia, mas nesse dia tinha sobrado uma. Nada muito comprometedor, mas gerou uma discussão monstra entre eles e uma desconfiança hard a partir de então. Tivemos que tomar muito mais cuidado e isso aumentou consideravelmente a tensão dos encontros. E, portanto, se tornaram cada vez melhores, como podem imaginar

Tem ainda aqueles ignorantes que resolvem ligar no meio do show pra tu curtir a ’sonzeira animal, velho!’ Porra, a merda do celular não tem sistema surround, estrupício, não tem MANEIRA DECENTE de que o seu interlocutor aproveite as incríveis qualidades sonoras do lugar onde você está. Para ele só vai restar a gritaria e o barulho ensurdecedores.

Eu poderia ficar mais uns 15 parágrafos maledizendo 90% dos usuários de celulares; dá para lembrar de dezenas de qualidades inconvenientes que somos obrigados a suportar pelo bem da diplomacia e amizade. Tipo a minha mãe, que não saca que algumas ligações são apenas para dar um recadinho rápido e fica de papo furado estendendo a conversa por intermináveis e caros minutos. Ou um amigo que acha que celular é como MSN e gosta de detalhes e minúcias de assuntos em torpedos.

Essas são as merdas do celular. Devia ser obrigatório apresentar teste psicotécnico para comprar o aparelho. E fazer um teste do bafômetro antes de usar.

E se você curtiu este texto, tem este aqui da Senhorita Rosa que está ainda mais sensacional.

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Beber, cair e levantar
‘Não sou legal, eu tô te dando mole’
O dia seguinte

Considerações de (sobre) uma ex-virgem

Minha amiga Dani finalmente deixou de ser virgem. Digo finalmente porque ela tem 24 anos e se preparava para o ato há um bom tempo. Não que não encontrasse nenhum cara disposto a fazer o silviço. Pelo contrário; ela é linda e muitos foram os mancebos que apareceram no pedaço mais que entusiasmados com a idéia. O problema da Dani é aquele mesmo que habita o cérebro de milhares e milhares de moças quando o assunto é sexo: a nóia - apelido carinhoso da paranóia.

Nóia, queridos, muita e muita nóia. Daquela que surge do nada e vai crescendo como uma erva daninha, sem chamar atenção nem consumir noites em claro. A praga, porém, se transforma numa planta carnívora abominável que traga pensamentos, idéias, razão e força de vontade até o limite do possível. Há, obviamente, as guriazinhas sem muito tutano que na primeira oportunidade, lá pelos 13, 14 ou, no máximo, 15 anos cedem a um moleque qualquer nas escadas do prédio ou no banco de trás do carro do pai do imbecil. Este tipinho é o mesmo que logo engravidará e casará com o idiota semeador, para ambos criarem a prole catarrenta e sofrerem as conseqüências da falta de camisinha para o resto da vida.

Mas não é esse naipe de garota que viraria post no blog. Falo das moças como a Dani, que apesar de terem todo o contexto certo e tradicional para a encaçapada (namorado firme de vários anos, pílula anticoncepcional, juízo e consentimento racional) seguem naquela dificuldade tipicamente feminina de dar logo duma vez. Tudo por culpa da nóia.

O primeiro dilema é escolher o cara certo. Porque veja só, o problema não é que ele será eternamente lembrado e por isso tem que ser um cara que valha a pena figurar em nossas memórias! Não! O xis da questão é que ele tem que ser ultra compreensivo e, se possível, carinhoso, lógico. Tem que entender que mesmo com a calcinha já na altura dos joelhos pode ser que a menina mude de idéia, resolva botar toda a roupa e se embrulhar no edredon, sem ofertar nem o buraco da orelha. Ou que ela talvez morra de vergonha e queira fazer tudo com a luz apagada, no mais completo breu. Ou decida que vai dar logo e que ‘por favor, seja rápido’. Ela pode gritar. Chorar. Ficar com cara de muito arrependimento depois. Enfim, qualquer coisa pode acontecer e toda reação é imprevisível. Já soube de amigas que tinham aquela atitude de bem-resolvidas e cabeça-fresca e que na hora H só faltou chamarem a mamãe. O pobre escolhido terá que enfrentar tudo isso e saber de antemão que o tropeço é em razão da nóia que acompanha todo o processo.

Meninos, relaxem, a culpa não é de vocês. Pensem no computador mais foda já criado, capaz de realizar trocentas bilhões de trilhões de operações por segundo. Naquele momento em que vocês tentam abrir nosso sutiã enquanto com a outra mão vasculham a carteira em busca de camisinha, nossos pobres neurônios estão trabalhando mais que os bytes do super computador. Centenas de pensamentos vagam quase desconexos e seguir uma linha de raciocínio é impossível. Entretanto, o top 5 das mais comuns a martelarem nosso raciocínio são, em ordem:

1 - Será que eu deixo?

2 - O que minha família pensaria de mim?

3 - O que ele vai pensar de mim?

4 - O que eu faço agora?

5 - O que ele vai fazer agora?

Lógico que isso não serve para tooooodas as mulheres do universo no momento do sexo; só para as que estão começando a trilhar o caminho. Depois de alguma experiência e aprendizado, a lista fica mais ou menos assim:

1 - …

2 - Assim não…

3 - Assim…

4 - Caralhoputaquepariu, dá pra ir mais rápido com essa camisinha?

5 - Amanhã preciso mandar lavar o carro, tá imundo. E ir ao supermercado, não tem mais nada em casa. Será que tinha detergente na lista?

Enfim, a coisa toda melhora. Ou não. Uma coisa é certa: no início é tudo muuuuuuuuuuito mais difícil. Não só o sexo em si, mas até os amassos são cheios de dúvidas e pensamentos martirizantes.

Afinal, há muita coisa em jogo. A tal da culpa é a principal. Realize: antes ela era virgem, como provavelmente qualquer pai prefere acreditar mesmo que a filha tenha 56 anos. Há toda uma carga envolvendo família, religião, sociedade, estereótipos, valores e costumes que pesam sobre os ombros dela. Lidar com isso não é tarefa das mais fáceis e pode levar certo tempo para que ela própria aceite sua nova condição: de não-virgem. E perceba que não há grandes mudanças em torno disso.

Outro pilar fundamental é a bendita aceitação do próprio corpo. Uma guria que se ache linda, gostosa, se sinta bem de biquíni ou calcinha e sutiã talvez tenha menos trabalho para se despir. Afinal, ela sabe que é linda! Mas como uma mulher que se acha feia, que enxerga vários defeitos escandalosos em si própria, conseguirá ficar nua na frente de um homem? E se for um homem de quem ela goste, ainda por cima? Por isso tantas e tantas mantém o quarto na escuridão total. A moça dificilmente aproveitará os carinhos e as brincadeiras do sexo (para não dizer o clímax), já que não se sente confortável com a aparência e silhueta.

Para as feministas que acreditam piamente que os tabus do sexo para as mulheres já foram derrubados, aconselho a observarem as garotas em idade sexual sem o véu de idealismos e falsas atitudes. Não são apenas as garotas que gostam de sexo e não são (muito) encanadas com o assunto que sofrem com rótulos. Há milhões de outras que, apesar de pílulas, camisinhas e todo o discurso demagogo sobre liberdade sexual ainda são constantemente atormentadas por ela, a nóia, num auto-bullying perverso.

Por isso fico muito feliz pela minha amiga Dani. Mais que deixar de ser virgem, ela venceu uma competição travada contra si própria. E a partir de agora, tudo tende a melhorar ;)

A excelente versão masculina dessas mesmas filosofagens tá no Controle Remoto Blog, do super companheiro de baladas e de madrugadas no MSN, Felipe Neto.

 

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Meus dias de criança na praia

Como uma garota que morou a vida toda no interior de São Paulo, em cidades geralmente beeem distantes do litoral, passar uns dias na praia era mais que a melhor parte das férias: era O Evento. Não só a distância impossibilitava que fôssemos como paulistanos ou essa gente que habita cidades próximas da praia, que em qualquer feriadinho vagabundo adoram esfregar na nossa cara de caipira que ‘vão descer pra Ubatuba’, mas toda a cultura familiar e os preparativos para a viagem fizeram com que essas aventuras se tornassem os trechos mais luminosos e sorridentes do filme das minhas memórias. 

Tudo começava bem antes do passeio em si. Meus pais - logicamente depois de discutir tudo entre eles - nos comunicavam alegremente que dali duas ou três semanas iríamos para a praia. Começava, então, uma época de semi-enlouquecimento da minha mãe, coitada, que tinha que providenciar uma mudança e não apenas roupas para uma família: remédios de todos os tipos, desde simplesinhos para alergias e enjôo até coisas ainda não aprovadas pelo FDA americano contra málaria, peste bubônica e gripe aviária; protetor solar suficiente para um batalhão acampar seis meses em Mercúrio; esteiras, cadeiras, guarda-sóis, biquínis, cangas, bonés, chinelos e mais uma tralha infindável que só eram realmente usados nesse muito esperado Evento.

Fícavamos ligados na previsão do tempo e desenhávamos sóis sorridentes com giz no chão do quintal, numa tentativa ritualística de espantar as chuvas e atrair o tempo bom. Acho que funcionou, porque não importa o destino ou a época do ano sempre pegávamos no máximo um ou dois dias de chuva.

Para aumentar a singularidade dessas excursões, a viagem era sempre MUITO longa. Veja que para uma criança de oito anos que vai à praia uma vez por ano e ama essa única oportunidade esperar num carro tedioso por míseros 30 minutos já seria mortalmente aborrecido. Mas era bem pior que qualquer meia horinha.

As cidades nas quais morei durante a infância e adolescência ficam a quase 700 km de qualquer praia. Isso significa uma trajeto de no mínimo 8 horas. E com petizes no carro, você tem que obrigatoriamente fazer várias paradas para xixis, descansos e snacks. Geralmente levávamos um dia completo até vermos o mar e outro na volta até avistarmos o portão de casa. Meus pais bem que tentavam minimizar a chatice e podíamos levar vários brinquedos e gibis e livrinhos, mas era impossível ficarmos totalmente distraídas.

Desse trajeto rodoviário a parte mais deliciosa era passar São Paulo e perceber que começava a serra; a partir desse ponto só faltavam duas horas! E então chegar na cidade, achar o hotel, correr com as coisas para o quarto e sair em louca disparada até a praia. Até comprovar que sim, o mar continuava ali, como estava da última vez.

Eu tinha - e tenho até hoje - uma estranha ligação física com o mar. Gelado, morno, azul, sujinho, com ondas ou no estilo piscinão, não me importava nada, apenas ficar imersa naquele monte de água. Batia recordes sucessivos de permanência ininterrupta em água salgada, eternamente acompanhada das minhas saudosas pranchas de isopor que em TODA SANTA VEZ meus abençoados pais compravam para mim. Pegava ondas e tomava altos caldos que me deixavam chorosa e de bico, mas sempre voltava a ele. Chegava a ficar com a barriga ralada do contato com a prancha =D

Já a minha irmã pequena preferia os brinquedinhos e a areia. Aliás, ela detestava ter de entrar na água e só ia até certo ponto, bastante aquém do limite que minha coragem mandava ir.

Essa é outra saudade nas minhas lembranças de praia. Minha mãe e meu pai ficavam na areia, debaixo do guarda-sol, me observando no mar. Conforme eu avançava demais em direção ao perigoso fundo, eles me chamavam de volta com escandalosos acenos de braços e mãos. O melhor momento era quando meu pai resolvia entrar um pouco também e com a segurança das mãos deles eu podia ir além do que me era permitido quando sozinha.

Lembro que enquanto éramos realmente pequenas sempre havia uma grande caixa de isopor com Toddynhos, Chambinhos, suquinhos de caixinha e lanchinhos para todo o dia. Farofa, eu sei, mas come on! Eram anos 80 e nós éramos pequenas! Essa história de sanduíches naturais, saladas de frutas e gente de luva cirúrgica fazendo os quitutes de praia é coisa muito recente. Na minha época, comida de quiosque e vendedor ambulante era garantia de dias no banheiro com diarréia crônica ou hepatite A - beem mais grave.

Outra preocupação familiar que não tinha muito a ver com a época era o tal do protetor solar. Minha mãe nos besuntava antes de sairmos do quarto e depois ao longo do dia, várias e várias vezes. Isso era bastante incomum; o que mais se via eram crianças ardidas ou sofrendo com insolação. Esse lance de se preocupar com câncer de pele também é moda bastante atual.

E no fim, depois de dias de felicidade incomparável ter de voltar para casa era mais ou menos como um castigo. Subir a serra e ver carros descendo em direção ao paraíso me despertavam sentimentos verdadeiros de inveja.

Mas aí lembrava que dali um tempo estaria de volta. E que o mar continuaria ali, quase como se me esperasse, exatamente como nas outras vezes.

 

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Aventuras na Zona Leste, parte 2

A primeira parte dessas aventuras está aqui.

E no sábado Nicolas e eu fomos ao jogo do Corinthians contra o CRB, no Pacaembu. Antes tivemos que passar no Tietê e deixar nossa bagagem lá, já que logo depois da partida ambos viajaríamos - ele foi passar o domingo com a progenitora e eu voltei para São Carlos.

Beleza, só que todo esse trajeto nos atrasou terrivelmente. Como vocês sabem pela parte 1 das minhas aventuras zeéleanas, Engenheiro Goulart fica tipo em outra dimensão. Ou em outra galáxia, não importa; é muito longe, mas muuuuuuito longe mesmo. Para chegar ao Tietê tive a sensação de estarmos cruzando o estado e nos aproximando do Mato Grosso do Sul. Já tava até pensando em passar na casa da minha avó em Três Lagoas para tomar um café, mas aí chegamos ao Tietê. Qua ainda fica na cidade de São Paulo, contra todas as minhas suposições espaço-temporais.

Quando só faltavam 15 minutos para começar o jogo ainda estávamos no metrô Clínicas; para chegar ao Paca faltava andar um pedaçãããããããão, e um trecho desse pedaçãããããããão era ainda em ladeira. Ladeira para cima, né, estrupício :/ Nesse ponto eu estava desesperada. Melhor: eu estava DESESPERADA. O Nicolas achou que era pressa para ver o jogo desde os primeiros segundos, mas fato é que eu estava prestes a fazer xixi nas calças. Tinha tomado um monte de refrigerante no almoço e ele agora começava a pressionar minha bexiga para sair a qualquer custo. Nessas situações a gente não consegue pensar em absolutamente mais nada, já repararam? Eu queria, PRECISAVA fazer xixi. O Corinthians que se lascasse, eu queria um banheiro urgentemente.

Pior foi ter de sair correndo pela Dr. Arnaldo e tentar ao mesmo tempo manter o xixi no interior do meu corpinho por mais uns minutos. Foi como uma negociação com terroristas: ele queria naquele exato momento, eu tentava explicar que não dava, que tivesse paciência, que estava arranjando tudo conforme as condições dele, mas que esperasse só mais um pouquinho. Só mais um pouquinho, xixi, só mais um pouquinho.

De repente em plena Dr. Arnaldo surge o velório do cemitério do Araçá. Foi como um colete salva-vidas para quem está se afogando. Fiz cara de choro e pedi a uma funcionária para usar o banheiro. Se tivesse que dar qualquer explicação para convencê-la, pensei em dizer que eram problemas femininos. Com mulher essa desculpinha costuma colar super bem, mas nem foi preciso. 

Saindo do banheiro, me deparei com a seguinte cena: o Nicolas, coitado, me esperando num cantinho, vestindo uma camisa do Corinthians e segurando o lanche do Bob’s que não tinha dado tempo de comer. EM PLENO VELÓRIO. NO MEIO DA GALERA. Das situações mais surreais que presenciei, juropordeos. Eu tava num filme do Monty Python e não sabia!

Já no Pacaembu perdi o primeiro gol. Entramos a tempo, mas poucos segundos antes do juiz apitar o início do jogo, o bandeirão da Gaviões desceu, cobrindo todo mundo naquele lado da arquibancada. Tudo lindo, todo mundo cantando e agitando o bandeirão… quando ele sobe de volta, coisa de dois minutos depois, o placar marcava um a zero para o CRB o.O

Como assim, gente? Tinha o quê, um minuto de jogo, no máximo? É. O CRB abriu o marcador já no primeiro minuto e eu perdi ¬¬

Ao menos o Corinthians empatou logo aos três e nem tive tempo de me acostumar com a desvantagem.

Para quem tem receio de ir a estádio e ficar na arquibancada, no meio das organizadas, apresento a vocês Livia, de apenas 5 anos:

Além de ficar nos ombros do pai no meio da Gaviões, ela sabia TODAS as músicas de cor e cantava e agitava os bracinhos exatamente como as coreografias. Se é sussa para uma garotinha ficar no meio Da galera, por que não seria para você? Largue de ser tiozão medroso e vá de arquibancada na sua próxima ida ao estadio. E fique no meio das torcidas, que é muito mais legal!

Logicamente, como depois de toda partida que assisto no estádio, estava master rouca e cansada. Aliás, estou até agora, já que ontem fui até Ribeirão Preto ver o baile contra o São Caetano. Afinal, torcedor que é torcedor acompanha o time para todo lado, certo manoo? Firmeza!

Alguém ae quer me acompanhar nas próximas aventuras pela ZL? Ao menos o vocabulário da malandragem eu já tô adquirindo!

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Estrupícios, o último dia para participar da campanha Conheça a Rachel e ganhe $ 10,00 é amanhã. Já me mandou sua sugestão de banner para o blog?

 

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